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Thursday, June 23, 2011

Valsa do casamento do Carlos e Júlia (meu filho e esposa)

Dois vídeos por ângulos diferentes...
Foi gravado com máquina fotográfica e não filmadora, mas queria deixar aqui registrado.

Uma surpresa para todos convidados, só sabiam dessa coreografia os noivos e eu...

Espero que vocês gostem..





Sunday, June 13, 2010

Direito de ser avó


Nessa postagem darei um tempo na copa... que estou atualizando os resultados de cada jogo na postagem da Começa a Copa..

Mas hoje lendo o jornal Zero Hora, daqui de Porto Alegre, me chamou a atenção o título da capa do caderno Dona: Direito de ser avó

Lendo a reportagem, mil coisas passaram pela minha cabeça. Sou avó, por enquanto de um neto de 8 meses e está a caminho para janeiro de 2011 o segundo, que ainda não sabemos o sexo, mas isso me fez pensar muito, pois consigo curtir todos os avanços, cada detalhe desses 8 meses. Ontem mesmo ele bateu palmas pela primeira vez.. foi muito emocionante, pois canto parabéns pra você e bate palminha, bate... ensinando ele a bater palmas. A mãe dele não estava tinha ido ao super mercado e não conseguiu ver, sendo que ele fez isso por umas 5 vezes, mas em nenhuma ela estava próximo, mandava chamar... e quando ela estava perto ele não fazia.
Mas eu assisti ele comer a primeira fruta, a primeira sopinha, falar a primeira palavra, fazer uma carinha mais fofa quando gosta de algo: ele fecha os olhinhos e faz como se estivesse cheirando algo... LINDO!!!
Sei que estou mais próxima dele do que a avó paterna, que mora mais longe, já que minha filha mora a duas quadras da minha casa.

E essa reportagem fala sobre isso, não apenas da proximidade, mas de brigas entre sogra e nora/genro e que acabam proibindo as avós de visitar seus netos. E eu fico pensando quando meu filho tiver filhos como será? Serei tão presente? Conviverei tanto com os outros netos, que não morarão tão próximo de mim? Eles me reconhecerão e darão os bracinhos para vir comigo como o Dani faz??

Quero copiar essa reportagem aqui.. para que todos possam ler e pensar que toda a avó tem o direito de ser perto e curtir muito seus netos, mas antes gostaria de indicar um blog, chamado Nave Mãe, que também aparece no jornal Zero Hora, que falou algumas vezes no relacionamento dos avós com os netos e principalmente da avó paterna.. quem estiver interessado em ler, quem tiver problemas com o convívio com os netos.. fica aqui a minha dica.

E agora colarei aqui a crônica e assunto de capa do Caderno Donna da Zero Hora de hoje:




Avós são para sempre

Desavenças conjugais, brigas entre sogros, genros e noras motivos há de sobra para que seja crescente o número de avós privados pelos filhos da convivência com os netos. O ressentimento de ambas as partes, porém, vem dando lugar a ações práticas, que prometem cada vez mais o auxílio da Justiça. De autoria da senadora Kátia Abreu (DEM-TO), tramita em regime de urgência na Câmara dos Deputados um projeto de lei que deve ser votado em breve para garantir o direito dos avós de visitar os netos. Caso seja aprovado e sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a possibilidade de acompanhar as fases da vida da criança e de dividir datas importantes será um procedimento tão natural quanto a visita de um dos pais em casos de divórcio e separação.

– Os avós são figuras importantes nas relações com as crianças, e o vínculo com eles é fundamental. Além disso, é importante conhecer a história da própria vida para que os relacionamentos futuros não sejam tão fugazes – alerta a advogada Sáloa Neme da Silva, especializada em família e sucessões.

Na casa da advogada Ângela Fagundes da Silva, um pátio com alguns brinquedos e uma porta fechada separam fisicamente a realização do desejo de segurar o neto no colo e de ouvir dele a palavra “avó”. Vivendo em um terreno em comum, mas em casas separadas, os dois trocam olhares na clandestinidade. Às vezes pela porta, às vezes pela janela. Estão proibidos de ter contato.

Único neto, o menino de um ano e cinco meses é resultado de uma gravidez inesperada, originada em um relacionamento do filho de Ângela. Das discórdias, brotou a proibição do encontro e a privação da construção do afeto.

A avó não pôde acompanhar o nascimento da criança – ficou sabendo do fato dois meses depois – e perdeu comemorações na companhia do bebê. Não viu de perto o surgimento dos dentinhos ou os primeiros passos e as descobertas do aniversário de um ano do bebê.

Para assegurar a chance de conviver com o neto no futuro, o caso foi levado à Justiça, em uma ação de regulamentação e visita para avós paternos. Por enquanto, a família aguarda a decisão. Ângela tem em casa peças de roupas para ele, brinquedos e fotos. No aparelho de som, um CD reserva músicas temáticas para as poucas vezes em que o pequeno é levado à casa pelo pai. E, nas horas vagas, Ângela segue espiando a casa dos fundos para ver se enxerga de longe a criança.

– É uma pressão muito grande sobre meu neto. Raramente consigo vê-lo. Eu amo ele e acho triste saber que se transforma em um cheque em branco nesta briga. É usado como moeda em meio aos desentendimentos – lamenta a avó.

Os constantes conflitos devido ao sem-número de separações de famílias foram um dos motivadores do projeto de lei (PLS 692/07) da senadora Kátia Abreu. Aprovada por unanimidade pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, no ano passado, a proposta exigirá que os avós entrem na Justiça quando não houver acordo com os pais da criança e deverá alterar dispositivos do Código Civil e do Código de Processo Civil. Na prática, a visita dos avós é agendada com dia e horário definidos, adequando a rotina da criança e o convívio do pequeno com pai e mãe.

– Se os avós são obrigados a prestar auxílio material ao neto, o auxílio emocional deve estar incluído no convívio familiar também – justifica a senadora.

A ideia de dar um passo à frente nas relações familiares, há algum tempo, é destaque no Estado, que em alguns casos já concede direitos aos avós. As sentenças, de acordo com Jamil Bannura, professor de Direito de Família da UFRGS, levam em conta o afeto e a preservação do ambiente familiar.

– Os avós, em muitos casos, têm relações mais estreitas com os netos do que com os próprios filhos. Por isso, o tribunal gaúcho já vem tomando decisões corajosas e se transformou em referência no quesito família – explica.

Depois de passar seis meses sem ver o neto, a engenheira civil Cláudia De Cesare Kennedy se sente uma avó plena. Desde o ano passado, parte das tardes de sábados e das manhãs de quartas-feiras estão reservadas para o neto. Com horário agendado, ela tem o direito provisório de ficar algumas horas com o pequeno de dois anos. A conquista veio de um parecer, emitido pelo Ministério Público.

– Começamos a pagar a pensão dele, mas a família queria apenas que tivéssemos uma obrigação financeira, e não emocional. Queríamos ser avós completos, ver nosso netinho e participar da vida dele – explica Cláudia.

Nas poucas horas na casa da família paterna, o bebê tem um programa especial. Música, dança e brincadeiras no pátio são atividades que ajudam a fortalecer os laços afetivos entre a criança e os avós paternos. A aproximação, dia a dia, alimenta o desejo de Cláudia de ter uma relação plena em família.

– Os pais se separaram assim que ele nasceu. Mas o bebê tem o direito de ter duas famílias – afirma a avó.

Cada vez mais comuns entre casais devido à insatisfação e à falta de paciência para lidar com problemas, as separações – que, de acordo com o IBGE, em 2008, atingiram mais de 290 mil casamentos – trazem consigo consequências que, se não forem bem administradas, podem fazer da criança uma refém. Com pais separados fisicamente, avós também são afastados da criança ou se distanciam porque trabalham mais, estão mais ativos e prontos para outros relacionamentos ou novas famílias.

– O projeto é muito saudável e poderá ensinar que aqueles pais que saíram com sequelas da separação não precisam levar consigo a inconformidade e a raiva por terem terminado a relação. A maior responsabilidade dos pais é fazer os filhos felizes – diz a advogada Sáloa.

Refém dos adultos

Desenhos de árvores genealógicas são talvez a representação mais ortodoxa da composição de uma família. Em cada uma das ramifi cações, está explícito que para uma criança ser gerada é preciso um casal. E que desta dupla formada por homem e mulher, histórias se repetiram entre avós, bisavós e assim por diante.

Pensar de forma objetiva nas relações que formam uma família é a maneira mais prática e racional de compreender e aceitar a importância de cada pessoa, mesmo quando alguns se afastam devido ao divórcio e à separação entre marido e mulher. O problema é que, com o rompimento, pais e mães às vezes esquecem vínculos e podem inserir a criança em jogos de poder, transformando-a em alvo de chantagens.

– Preservar a saúde mental dos filhos é fundamental. A falta de contato com os parentes, especialmente com os avós, é um empobrecimento. O filho passa a representar o ressentimento dos pais e fica prisioneiro dos adultos – explica a presidente da Sociedade Psicologia do Rio Grande do Sul, Iara Camarata Anton, psicoterapeuta individual, de casais e de família.

No cabo de guerra entre ex-marido e ex-mulher, é comum criar sentimentos negativos sobre o pai ou a mãe. Excluir o genitor da vida dos filhos, não comunicar sobre fatos relevantes, interferir nas visitas e controlar em excesso o tempo de encontro dos familiares contribuem para a chamada síndrome da alienação parental.

– Surge a culpa quando os pais fazem exigências e o filho não pode ir contra. É preciso oferecer a oportunidade da boa convivência, trabalhar o respeito em família e reconhecer a importância dos vínculos – alerta a psicóloga.

A separação, se trabalhada com naturalidade, não se torna um trauma, já que o rompimento da relação é dos adultos, e não um pré-requisito para o distanciamento das crianças.

ANELISE ZANONI

Saturday, November 14, 2009

PARA QUEM É PAI E MÃE E PARA AQUELES QUE AINDA SERÃO - Affonso Romano de Sant'Anna



Eu tinha esse texto em apresentação de power point, mas depois que formatei meu pc não encontro mais.. hoje nos meus passeios pela internet.. encontrei em forma de texto.. Vale a pena ler..
Um texto perfeito..
E hoje que sou avó percebo tantas verdades nele..
Eu que sou mto chorona.. toda vez que assistia o pps chorava
e hoje novamente lendo o texto..


Meus filhos hoje são grandes.. e como foi (e ainda é) bom cuidá-los, protegê-los e principalmente amá-los


Hoje cada um está na direção da sua própria vida..
mas graças a Deus todos perto de mim..


Que eles estejam sempre perto.. para que eu possa sempre estar apoiando e amando!!


Meus filhos: Carlos, Aline, Karina, Cássio
Meu neto: Daniel


AMO MTO vocês


Link: http://img129.imageshack.us/img129/7868/100ne.gif

Antes que eles cresçam

Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos seus próprios filhos.
E que as crianças crescem independentes de nós, como árvores
tagarelas e pássaros estabanados.

Crescem sem pedir licença a vida.
Crescem com uma estridencia alegre e, as vezes,

com alardeada arrogância.
Mas nao crescem todos os dias de igual maneira.
Crescem de repente.

Um dia sentam-se perto de voce no terraço e dizem uma frase com tal
maturidade que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela
criatura.

Onde e que andou crescendo aquela danadinha que você não
percebeu?

Cadê a pazinha de brincar na areia,

as festinhas de aniversario com palhaços
e o primeiro uniforme do Maternal?

A crianca esta crescendo num ritual de obediência orgânica e
desobediência civil.

E você esta agora ali, na porta da discoteca,
esperando que ela não apenas cresça,

mas apareça!
Ali estao muitos pais ao volante,
esperando que eles saiam esfuziantes sobre patins
e cabelos longos, soltos.
Entre hamburgueres e refrigerantes nas esquinas,
lá estão nossos filhos com o uniforme de sua geracao:
incomodas mochilas da moda nos ombros.
Ali estamos, com os cabelos esbranquiçados.
Esses são os filhos que conseguimos gerar e amar,
apesar dos golpes dos ventos,
das colheitas, das notícias, e da ditadura das horas.

E eles crescem meio amestrados,
observando e aprendendo com nossos acertos e erros.
Principalmente com os erros que esperamos que nao repitam.

Ha um periodo em que os pais vao ficando um pouco orfaos dos próprios filhos.

Não mais os pegaremos nas portas das discotecas e das festas.
Passou o tempo do ballet, do inglês, da natação e do judô.

Saíram do banco de trás e passaram para o volante de suas próprias vidas.


Deveríamos ter ido mais a cama deles ao anoitecer para ouvir sua alma
respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os
adolescentes cobertores daquele quarto cheio de adesivos, posteres,
agendas coloridas e discos ensurdecedores.

Nao os levamos suficientemente ao Playcenter,
ao Shopping, nao lhes demos suficientes hamburgueres e cocas,
nao lhes compramos todos os sorvetes
e roupas que gostaríamos de ter comprado.


Eles cresceram sem que esgotássemos neles
todo o nosso afeto.


No princípio subiam a serra ou iam a casa de praia entre embrulhos,
bolachas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscina e amiguinhos.

Sim, havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela,
os pedidos de chicletes e cantorias sem fim.
Depois chegou o tempo em que viajar com os pais
começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível
deixar a turma e os primeiros namorados.

Os pais ficaram exilados dos filhos.

Tinham a solidao que sempre desejaram,
mas, de repente, morriam de saudades daquelas "pestes".
Chega o momento em que só nos resta ficar de longe torcendo e rezando
muito (nessa hora, se a gente tinha desaprendido, reaprende a rezar)
para que eles acertem nas escolhas em busca de felicidade.

E que a conquistem do modo mais completo possível.

O jeito e esperar: qualquer hora podem nos dar netos.

O neto e a hora do carinho ocioso e estocado,
nao exercido nos proprios filhos
e que não pode morrer conosco.
Por isso os avós são tão desmesurados
e distribuem tão incontrolável carinho.
Os netos sao a ultima oportunidade de
reeditar o nosso afeto.

Por isso e necessário fazer alguma coisa a mais,
antes que eles crescam.

"Aprendemos a ser filhos depois que somos pais.

So aprendemos a ser pais
depois que somos avos..."

Tuesday, May 19, 2009

Um testemunho





Hoje vou falar um pouco de mim.
Algo raro no meu blog..
Mas passei por 36 dias de angustia..
Fazendo meus exames de rotina.. mamografia
Um susto!!
Possibilidade de cancer de mama..
Eu que já passei por isso com a minha irmã (que veio a falecer de cancer de mama, com apenas 34 anos)
era um tormento..
Pelo que acompenhei minha irmã, pelo que entendo de cancer de mama
Tinha certeza que era maligno
Desde do dia da mamografia, 13/04/2009
até ontem.. 18/05
Recebi uma bênção.. um MILAGRE
Apesar dos médicos..
Falarem como certo
Que eu deveria retirar o nódulo.. e depois disso quimio
Ontem quando abri o resultado da biopsia com resultado
FIBROADENOMA
meu nódulo é benigno
Não sei o qual será o próximo passo do meu mastologista
Mas com certeza sei
que não terei de passar por quimio
por sofrimento

E esse meu breve texto é um testemunho

de como uma pessoa pode se sentir acolhida, amada
por Deus
Recebi um enorme milagre
e estou mto FELIZ!!!

Tantas pessoas orando..
Do sul, sudeste e centro oeste do país

Quer fazer alguns agradecimentos
tentando não esquecer ninguém:

1º lugar.. ao meu Deus e meu salvador Jesus

As pessoas das minha família:
Meu esposo Beto
Meus filhos: Carlos, Aline, Karina e Cássio
Meus genros Lucas e Maninho
Minha nora Júlia
Minha mãe Colmarina
meus irmãos Miro e Coca,
minhas cunhadas Dilce e Lola
minhas sobrinhas Cíntia, Andressa e Josy
Minha sogra Leci
Minhas cunhadas (irmãs do Beto), Marilene, Rosangela, Rosane e Tânia
Minhas sobrinhas Pâmela, Jeannyfer
os sobrinhos e co-cunhados nem citei, mas sei que estavam torcendo mto por mim

Minhas amigas.. meio irmãs, meio filhas
Manu, minha filha do coração, da Bahia
Déia, outra filha do coração, de São Paulo
Regina, uma irmã do coração, de São Paulo
Nilva, uma irmã na confiança e na fé, de Brasilia
Mariana, minha grande amiga, daki de Porto Alegre

Cada uma dessas pessoas estiveram orando por mim
Jejuando
Colocando meu nome em corrente de oração
Cada uma na sua fé
Cada uma da sua maneira

Mas me apoiando, ajudando
e demonstrando seu amor

Muito obrigada

AMO VOCÊS





Friday, May 8, 2009

Um depoimento que recebi da minha filha, Karina


Link imagem: http://sonhopaixao.blog.uol.com.br/images/naoquero.gif

Karina tu és um dos meus milagres.. EU TE AMU mtoooo


08/05/09 ♥ Karii

Mãe, minha mãe. A pessoa que desde que eu era bem bebezinha já me amava e me cuidava. É a mulher mais generosa do mundo, não nega nada pra ninguém, sempre ajudando todos que precisam. Inteligente de mais, já foi professora de todos os filhos, alguns sobrinhos e muitos amigos, e como gosta disso, né? Sempre foi uma mãe dedicada, amorosa, amiga (muito amiga). Confio de mais em ti mãe, Deus não poderia ter me dado uma mãe melhor. Todas minha amigas te adoravam, tu é aquela mãe que todas queriam ter, sempre junto com a gente, conversando sobre tudo e fazendo muitas coisas boas pra gente comer. Mãe me orgulho em ser tua filha, e tenho certeza que tu tem orgulho de mim também. Quero sempre ter esse relacionamento lindo que tenho contigo, poder sempre confiar em ti e saber que tu vai estar do meu lado, mesmo que eu esteja errada.

Tu é uma mãe PERFEITA, e vai ser uma VOVÓ muito linda.

Pra sempre TE AMO mãe!

Beijo ♥♥





Wednesday, April 29, 2009

Não esqueça do Principal...

Uma apresentação LINDA!!!
Não esqueça do principal

Para publicar essa apresentação use o link: http://docs.google.com/Presentation?id=dcvwhqr3_163f3q4gndq